Brasil é 3º maior importador de módulos fotovoltaicos da China no 1º trimestre

A considerar o posto que o Brasil ocupa no mercado de importação de módulos fotovoltaicos da China, a energia solar é de fato, uma realidade presente no dia a dia das empresas e das pessoas.

Somente no primeiro trimestre do ano, a China comemorou o aumento de 112% na exportação, atingindo a impressionante marca de 37.2 GW em módulos fotovoltaicos.

Esse aumento, de acordo com as análises, foi puxado pelo mercado europeu, mais precisamente a aceleração do desenvolvimento de projetos renováveis decorrentes da guerra entre Rússia e Ucrânia.

Além da Europa, a Índia encabeça a lista que conta ainda com a forte presença do Brasil. 

Europa lidera em importações de módulos da China

Vale dizer que a União Europeia foi responsável pela importação de 16.7 GW em módulos fotovoltaicos chineses no primeiro trimestre. Tal volume indica aumento anual de 145%.  

Conforme mencionado, o volume de importação também tem relação com o conflito miliar na Ucrânia, fato que obrigou a aceleração em projetos de energia solar, com o objetivo de minimizar a dependência do gás e do petróleo da Rússia.

Índia é responsável por impulsionar importações na Ásia e Pacífico

Já na região da Ásia e Pacífico, tivemos no primeiro trimestre o aumento de 143% nas importações de módulos fotovoltaicos. Isso significa cerca de 11,9 GW.

Apenas a Índia foi responsável por importar 8.1 GW de módulos chineses, revelando um aumento anual de 429%. 68% do volume de importações na região no período, são atribuídas à Índia.

Informações da PV Infolink, indicam que esse alto volume ocorreu da imposição de uma tarifa de importação de 40% sobre módulos importados, iniciada em abril. 

Nas Américas, Brasil ocupa lugar de destaque

Partindo para as Américas, Oriente Médio e África, a seguir podemos verificar o volume de importação de cada região:

  • Américas: 6.1 GW – aumento anual de 63%;
  • Oriente Médio: 1.7 GW – aumento anual de 6%;
  • África: 0.8 GW – aumento de 61% no ano.

Destaque no continente americano, o Brasil importou 4.9 GW, o que significa o crescimento de 84%.

Ainda segundo a PV Infolink, o posto de terceiro maior mercado do mundo para painéis da China deve-se às isenções tarifárias sobre a importação de painéis fotovoltaicos. Contudo, avalia-se que o chamado marco legal da geração distribuída poderá ter efeito de reduzir a demanda a partir de 2023.

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